Autor: Maria Gotuzzo

  • Lançamento: Cowmed Baby – Monitoramento com inteligência artificial para bezerras 

    Lançamento: Cowmed Baby – Monitoramento com inteligência artificial para bezerras 

    Lançamos o Cowmed Baby, colar de monitoramento desenvolvido especialmente para bezerras. O produto acompanha o comportamento de cada animal 24 horas por dia, desde os primeiros dias de vida até os 11 meses de idade, e transforma ruminação, atividade, ócio e ofegação em alertas de saúde para que a equipe do bezerreiro trate cedo, na fase de maior risco da cria 

    Com o lançamento, a Cowmed passa a monitorar o bezerreiro em todas as fases: da bezerra recém-nascida à vaca em lactação. 

    A fase de maior risco é a mais difícil de acompanhar

    Os primeiros meses de vida concentram os maiores desafios sanitários da cria. Cerca de 70% das bezerras apresentam algum problema sanitário no primeiro mês, e mais da metade das perdas de animais jovens acontece nessa fase inicial. Nos casos de pneumonia, a letalidade pode variar de 5% a 20%.

    Apesar disso, é justamente a fase mais difícil de acompanhar. Diferente da vaca, que passa pela ordenha todos os dias, a bezerra não vai até a equipe: alguém precisa ir até ela para saber se está bem. Em fazendas grandes, a medição de temperatura do lote inteiro costuma acontecer a cada dois ou três dias, um trabalho pesado e com intervalo longo para doenças que evoluem rápido, como a tristeza parasitária. Cada dia de atraso no diagnóstico pesa na sobrevivência e no desenvolvimento do animal. O Cowmed Baby acompanha cada bezerra 24 horas por dia e aponta quem precisa ser vista primeiro.

    E o impacto vai além do bezerreiro. Uma bezerra perdida leva junto nove meses de gestação e tudo o que já foi investido nela, além de representar uma futura vaca a menos no rebanho.

    A tecnologia da C-Tech, adaptada para a bezerra

    O Cowmed Baby utiliza o mesmo sensor e a mesma eletrônica da coleira C-Tech, já validados em campo nas vacas adultas. O que muda é o desenho, pensado para o animal jovem: a cinta é mais curta, sem peso e sem gravata, apenas cápsula e cinta, o que reduz a carga no pescoço da bezerra. Com 1,10 m, a cinta acompanha o aumento do pescoço ao longo do crescimento, e passadores prendem a sobra para que ela não fique solta.

    A cápsula rosa, que abriga o sensor e o ID de monitoramento, diferencia visualmente a Baby da coleira adulta. O colar já sai de fábrica identificado como Baby no sistema, com regras de alerta próprias para animais jovens, e mantém a mesma instalação e operação da C-Tech.

    Monitoramento pelo pescoço, sem furar a orelha

    A escolha pelo colar, e não pelo brinco, foi pensada para preservar o bem-estar animal. O Cowmed Baby é preso ao pescoço, sem perfuração e sem lesão no animal, enquanto no brinco podem ocorrer casos de infecção e deformação de orelha. O pescoço também é uma região mais estável para a leitura: a orelha se movimenta constantemente, sobretudo por causa das moscas, o que pode prejudicar o dado.

    O resultado é um dado de melhor qualidade e uma resposta rápida: o sistema começa a gerar alertas de saúde a partir de dois dias de dados da bezerra, justamente na fase em que cada dia faz diferença.

    Como o comportamento vira alerta

    O sistema compara cada bezerra com o próprio histórico. Quando o comportamento sai do padrão, o alerta aparece na Enfermaria Baby, separada das vacas, por ordem de gravidade: observação, moderado e grave. A queda brusca de atividade chama atenção, já que bezerra saudável brinca e se movimenta, e o ócio sobe quando o animal está apático. Já a ofegação está ligada a febre e calor.

    O sistema também leva em conta as particularidades da fase. No primeiro mês, o comportamento oscila naturalmente, e alguns alertas se resolvem em um dia. No desaleitamento, transições bruscas alteram o comportamento; feitas de forma gradual, o impacto é menor. Por isso a separação por gravidade ajuda a equipe a priorizar.

    Gestão da cria e recria no mesmo sistema

    Do nascimento ao desaleitamento, a fazenda registra e acompanha cada bezerra na mesma plataforma em que já gerencia as vacas:

    Ficha de nascimento: identificação, genética, peso ao nascer, colostragem (com horário, volume e qualidade do colostro), transferência de imunidade passiva, cura do umbigo e foto da bezerra, que pode ser usada no registro genealógico oficial.

    Enfermaria Baby: bezerras separadas dos animais adultos, alertas em três níveis de gravidade (observação, moderado e grave), indicador de alteração respiratória e lista ordenada pelos casos que exigem mais atenção. A equipe registra ali mesmo o diagnóstico e o tratamento.

    Desaleitamento com aviso da VIC: a fazenda define a idade de desaleitamento e o sistema programa as datas. A VIC, assistente de inteligência artificial da Cowmed, avisa quando há bezerras para desaleitar.

    Pesagens: histórico individual com peso, altura de cernelha, escore corporal e ganho médio diário (GMD) calculado automaticamente, com opção de importar a pesagem do lote inteiro por planilha.

    CowAnalytics Cria/Recria: indicadores de peso ao nascer e ao desaleitamento, GMD por faixa de idade, curva de crescimento e saúde e mortalidade por idade e causa.

    Do primeiro dia de vida aos 11 meses

    A recomendação é instalar o colar nos primeiros dias de vida, como já fazem as fazendas usuárias. O primeiro mês é a fase mais crítica, com maior incidência de doenças, e é onde os resultados aparecem com mais força. Por volta dos 90 dias, no desaleitamento, o colar acompanha a saúde da bezerra e a transição para o lote coletivo. Na recria, ele pode seguir no animal até os 11 meses de idade, com os parâmetros de alerta de saúde.

    A partir dos 11 meses, recomenda-se a troca para a coleira C-Tech adulta, responsável pelos alertas reprodutivos, como a detecção de cio, na novilha e na vaca. A coleira Baby não é indicada para animais adultos, já que é registrada no sistema com regras de alerta próprias para animais jovens.

  • Rota Tecnológica Santa Clara leva monitoramento inteligente a produtores de leite do Rio Grande do Sul

    Rota Tecnológica Santa Clara leva monitoramento inteligente a produtores de leite do Rio Grande do Sul

    Participamos de duas edições da Rota Tecnológica Santa Clara, série de encontros com produtores de leite realizada no Rio Grande do Sul. As etapas aconteceram em julho, na Serra Gaúcha, e em agosto, no Noroeste do estado, com palestras sobre monitoramento inteligente, inovação e gestão de rebanhos.

    A Rota Tecnológica faz parte de um projeto desenvolvido em conjunto pela Cooperativa Santa Clara, pelo Sebrae RS e pela Cowmed.

    Serra Gaúcha: três noites, três cidades

    A primeira etapa começou em 13 de julho. A equipe da Cowmed saiu de Santa Maria rumo a Veranópolis, onde o encontro foi realizado no Restaurante Paradouro 470 e terminou com um jantar de confraternização entre os participantes.

    No dia 14, a Rota seguiu para Carlos Barbosa, com encontro na ASCLA, a associação dos funcionários da Santa Clara. O público reuniu tanto associados que já utilizam o monitoramento Cowmed quanto produtores que ainda não conheciam a tecnologia, uma combinação que enriqueceu a conversa: quem já usa compartilhou a experiência prática com quem estava conhecendo o sistema pela primeira vez.

    O encerramento foi em 15 de julho, em Paim Filho, com direito a janta campeira ao redor do fogão a lenha. Nos dias seguintes, a equipe visitou a cooperativa e percorreu propriedades leiteiras da região, incluindo Teutônia e Sananduva, para conhecer de perto a realidade dos produtores.

    Em paralelo, a equipe de Customer Success também esteve na Serra Gaúcha visitando fazendas clientes ligadas à Santa Clara, reforçando o acompanhamento técnico próximo, que é parte central do modelo de trabalho da Cowmed.

    Noroeste: por que grandes fazendas estão usando o monitoramento?

    Em agosto, a Rota Tecnológica voltou à estrada, desta vez pelo Noroeste gaúcho. O roteiro começou em Selbach, seguiu para Erechim e terminou na fábrica da Santa Clara, em Casca, com um treinamento especial para a equipe técnica da cooperativa.

    O tema dos encontros foi “Por que grandes fazendas estão usando o monitoramento?”. As apresentações mostraram os ganhos que propriedades leiteiras vêm alcançando com a tecnologia Cowmed na gestão do rebanho, da detecção de cio no momento certo à identificação precoce de desafios de saúde e ao manejo do estresse térmico.

    O treinamento em Casca teve um papel estratégico: preparar os técnicos que acompanham os cooperados no campo para interpretar os dados do monitoramento e apoiar os produtores na tomada de decisão.

    Cooperativa como ponte

    No Rio Grande do Sul, as cooperativas têm papel central na pecuária leiteira, e a parceria com a Santa Clara aproxima a tecnologia de produtores que convivem com invernos rigorosos, que favorecem problemas respiratórios, e com verões de forte estresse térmico. Nesse cenário, acompanhar cada vaca individualmente, em tempo real, ajuda o produtor a agir mais cedo e com mais precisão.

    A Cowmed agradece à Cooperativa Santa Clara, ao Sebrae RS e a todos os produtores que participaram dos encontros nas duas etapas da Rota.

  • Cowmed promove painel sobre manejo para alta produtividade no Interleite Brasil 2026

    Cowmed promove painel sobre manejo para alta produtividade no Interleite Brasil 2026

    A Cowmed participou do Interleite Brasil 2026, evento promovido pela MilkPoint e realizado de 18 a 20 de agosto em Uberlândia (MG). Além de manter estande durante dois dias, nossa empresa foi responsável por um painel na sala de tecnologia aplicada, com o tema “Manejo de vacas leiteiras para alta produtividade”.

    A participação fechou uma agenda intensa de agosto: a equipe chegou a Minas Gerais logo depois da Agroleite, no Paraná, levando ao estado com maior produção de leite do país a discussão sobre como dados, bem-estar e gestão se conectam no resultado da fazenda.

    Do bem-estar ao resultado

    O painel foi pensado para percorrer o caminho completo entre a pesquisa e a porteira.

    Nosso parceiro e cliente Thiago Carneiro apresentou os principais resultados da Fazenda São José, do Leite Bela Vista, com o uso do monitoramento Cowmed, trazendo a perspectiva de quem aplica a tecnologia na rotina de uma grande operação leiteira.

    O encerramento foi do diretor de Customer Success da Cowmed, Eduardo Xavier, com a palestra “O dado não é resultado”. A provocação do título resume a filosofia de trabalho da empresa: a informação só gera valor quando vira decisão de manejo, acompanhamento e ajuste no dia a dia da fazenda. Por isso, cada propriedade atendida pela Cowmed conta com um consultor técnico dedicado, que ajuda a equipe a interpretar os alertas e transformá-los em ação.

    Depois das apresentações, os dois palestrantes participaram de uma roda de perguntas com o público, que aprofundou temas como conforto animal, uso de dados na gestão e os desafios de manter alta produtividade com eficiência.

    Eduardo e Thiago no fim da palestra.

    Dois dias de conversa com o setor

    Fora da sala de palestras, o estande da Cowmed recebeu produtores, técnicos, consultores e parceiros ao longo de dois dias. O espaço foi ponto de encontro para conversas sobre monitoramento individual, reprodução, saúde do rebanho e estresse térmico, temas que pesam especialmente nas regiões mais quentes do estado.

  • Cowmed leva visitas técnicas, dois lançamentos e estúdio de podcast à Agroleite 2026

    Cowmed leva visitas técnicas, dois lançamentos e estúdio de podcast à Agroleite 2026

    Participamos da Agroleite 2026, realizada de 3 a 7 de agosto em Castro (PR). Instalada no Parque Tecnológico da feira, reunimos no mesmo espaço lançamentos de produto, atendimento técnico, produção de conteúdo e a comemoração dos nossos 16 anos de história.

    Da feira para dentro da porteira

    Como já é tradição na participação da Cowmed na Agroleite, a programação foi além do estande. Ao longo da semana, a equipe de Customer Success organizou três visitas técnicas a fazendas clientes da região, para que produtores pudessem ver de perto como o monitoramento funciona na rotina de grandes propriedades leiteiras.

    A agenda começou na Fazenda Frank’Anna, em 4 de agosto, seguiu para a Chácara Rino, no dia 5, que reuniu mais de 40 visitantes, e terminou na Fazenda Rhoelandt, no dia 6, com mais de 50 pessoas.

    Somadas, as três visitas receberam 113 participantes, entre produtores, técnicos e parceiros, que juntos representavam 6.353 vacas.

    Fazenda Rhoelandt
    Chácara Rino
    Fazenda Frank’Anna

    Nas propriedades, os visitantes acompanharam como os dados de comportamento captados pelas coleiras, como ruminação, atividade, ócio e ofegação, se transformam em alertas de reprodução, saúde, nutrição e estresse térmico, e como as equipes das fazendas usam essas informações no manejo do dia a dia. Para a Cowmed, o interesse pelas visitas mostra que o produtor quer mais do que conhecer a tecnologia na feira: quer vê-la funcionando no campo.

    Dois lançamentos no mesmo palco

    A Agroleite marcou a estreia de duas novidades no portfólio da empresa. A primeira foram as câmeras de monitoramento de cocho, que ampliam as frentes de acompanhamento oferecidas pela Cowmed e chegaram à feira já com as primeiras unidades comercializadas para produtores da região.

    A segunda novidade chegou com degustação. Durante o Dutch Lady Day, a Cowmed apresentou o Selo Vacas Felizes, que identifica produtos feitos com leite de rebanhos 100% monitorados. O queijo servido no estande foi produzido pela Queijaria Dutch Lady com leite da Fazenda Frank’Anna, uma das propriedades visitadas durante a feira. Na prática, quem participou da visita pela manhã conheceu o rebanho e, à tarde, provou o resultado.

    São os primeiros queijos do Brasil a carregar um selo de vacas 100% monitoradas. Com ele, o bem-estar dos animais é acompanhado e rastreado em tempo real, o que contribui para uma produção mais segura, responsável e de alta qualidade. Na degustação, um QR code levava o público direto à página de bem-estar do rebanho da Frank’Anna, com dados reais de monitoramento da fazenda.

    Degustação de queijo Dutch Lady

    A sócia da Queijaria Dutch Lady, Nathália Greidanus, acompanhou a degustação e falou sobre o processo de produção dos queijos, destacando a qualidade do leite como ponto de partida para um produto seguro, saboroso e diferenciado.

    Estande movimentado e coleira na hora

    O estande também abrigou um estúdio de podcast, que gravou entrevistas com 30 convidados ao longo dos cinco dias de feira. Outra novidade desta edição foi a entrega imediata: pela primeira vez, produtores que fecharam negócio durante a Agroleite saíram do estande com as coleiras em mãos, sem precisar aguardar a entrega. O estoque levado para Castro se esgotou antes do fim do evento.

    Cliente saindo com seus colares durante Agroleite 2026

    As equipes técnica e comercial atenderam clientes, parceiros e novos produtores, incluindo uma comitiva do Paraguai, mercado em que a Cowmed atua por meio de parceria local. Para receber os visitantes paraguaios, parte da comunicação durante a feira foi feita em espanhol.

    A Agroleite coincidiu ainda com o aniversário de 16 anos da Cowmed, celebrado em Castro ao lado da equipe e de clientes. Nascida como startup dentro da UFSM, monitoramos hoje mais de 100 mil vacas em tempo real e estamos presente em oito países.

    Estande da Agroleite lotado durante a comemoração dos 16 anos
  • CowMed e APCBRH avançam na digitalização da cadeia do leite com nova integração de dados

    CowMed e APCBRH avançam na digitalização da cadeia do leite com nova integração de dados

    A CowMed e a Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH) dão um novo passo na digitalização da pecuária leiteira com uma integração que permite a troca de dados entre o sistema utilizado nas fazendas e a base de informações da Associação.

    A iniciativa busca resolver uma situação bastante comum na rotina do produtor: a necessidade de registrar informações da fazenda em um sistema e, posteriormente, comunicar esses mesmos dados à Associação por meio de relatórios, formulários e planilhas.

    Com a integração, parte desse processo passa a acontecer de maneira automática.

    Informações que já são registradas pelo produtor dentro da CowMed podem ser acessadas pela APCBRH, reduzindo a necessidade de repetir lançamentos e tornando a comunicação de dados entre fazenda e Associação mais simples e eficiente.

    Além disso, a integração também permite o caminho inverso para informações provenientes do Controle Leiteiro Oficial: resultados individuais de qualidade do leite disponibilizados pela APCBRH podem chegar diretamente ao sistema da CowMed.

    Na prática, são diferentes fontes de informação começando a conversar entre si para construir uma gestão cada vez mais conectada.

    Menos processos manuais na rotina da fazenda

    Partos, inseminações, coberturas, secagens, descartes e entrada de novos animais fazem parte da rotina de qualquer propriedade leiteira.

    Essas informações também são importantes para o trabalho desenvolvido pela Associação e, tradicionalmente, precisam ser comunicadas periodicamente pelo produtor.

    Com a integração habilitada, os registros realizados dentro da CowMed podem ser consultados diretamente pela APCBRH.

    Isso significa que o produtor passa a ter um fluxo de informação muito mais integrado, evitando a necessidade de reunir repetidamente dados que já foram registrados durante a rotina da propriedade.

    Entre as informações que podem seguir da CowMed para a APCBRH estão:

    • coberturas e inseminações;
    • partos;
    • secagens;
    • descartes;
    • cadastro de novos animais;
    • informações de produção relacionadas ao controle leiteiro.

    O objetivo é tornar o processo cada vez mais simples para quem está na fazenda, reduzindo retrabalho e permitindo que o produtor concentre mais tempo na gestão do rebanho.

    Os dados de qualidade do leite também chegam à CowMed

    A troca de informações não acontece somente da fazenda para a Associação.

    A APCBRH realiza o Controle Leiteiro Oficial e disponibiliza informações individuais dos animais, incluindo resultados relacionados à qualidade do leite.

    Com a integração, esses dados podem ser enviados pela Associação diretamente para a CowMed.

    Assim, quando uma nova análise é disponibilizada, as informações individuais podem passar a fazer parte do histórico do animal dentro do sistema.

    Para o produtor, isso representa mais um avanço na centralização das informações da propriedade.

    Em vez de consultar diferentes fontes para compreender o desempenho de determinado animal, a integração permite reunir uma quantidade maior de dados dentro de um mesmo ambiente de gestão.

    Como funciona a integração?

    A comunicação acontece por meio da infraestrutura tecnológica da CowMed.

    A APCBRH utiliza a integração disponibilizada pela CowMed para consultar os dados autorizados de cada propriedade. Dessa forma, não é necessário que o produtor faça novas digitações de informações que já estão registradas no sistema.

    O fluxo ocorre de acordo com o tipo de informação:

    CowMed → APCBRH

    Dados zootécnicos e informações relacionadas ao controle leiteiro registrados na fazenda podem ser consultados pela Associação.

    APCBRH → CowMed

    Resultados individuais relacionados à qualidade do leite provenientes do Controle Leiteiro Oficial podem ser enviados para dentro do sistema CowMed.

    Dessa maneira, cada instituição continua responsável pelos dados relacionados à sua atuação, mas as informações passam a circular de forma mais integrada.

    A fazenda continua no controle dos seus dados

    A participação na integração depende da autorização e habilitação de cada propriedade.

    A iniciativa e a gestão da liberação dos dados das fazendas são conduzidas pela própria APCBRH. Portanto, o produtor interessado deve solicitar a integração diretamente à Associação ou realizar o procedimento de habilitação disponível nos sistemas da APCBRH, conforme as orientações da entidade.

    A CowMed não define a ordem de atendimento, priorização ou prazo para habilitação das propriedades.

    Após a integração estar habilitada, a comunicação entre os sistemas pode ocorrer de maneira automatizada de acordo com os dados disponíveis e autorizados.

    Centralização de dados como caminho para uma pecuária mais digital

    A integração representa mais do que uma redução no preenchimento de relatórios.

    Ela faz parte de um movimento maior de digitalização da cadeia produtiva do leite.

    Hoje, uma propriedade gera uma quantidade significativa de informações diariamente: reprodução, saúde, produção, qualidade do leite, movimentações do rebanho e diversos outros indicadores.

    O desafio deixa de ser apenas gerar dados e passa a ser fazer com que essas informações estejam disponíveis no momento e no local certos para quem precisa utilizá-las.

    Ao aproximar os dados registrados na fazenda das informações produzidas pela Associação, CowMed e APCBRH contribuem para reduzir a fragmentação dessas informações.

    Quanto maior a integração entre os diferentes agentes da cadeia, menor a necessidade de o produtor atuar como intermediário entre sistemas, relatórios e bancos de dados.

    Tecnologia para facilitar, e não aumentar, o trabalho do produtor

    A digitalização da pecuária só gera valor quando simplifica processos.

    É justamente nesse ponto que a integração entre CowMed e APCBRH busca avançar.

    Se uma informação já foi registrada dentro da fazenda, o objetivo é evitar que o produtor precise digitá-la novamente em outro lugar.

    Da mesma forma, quando uma análise importante sobre um animal é disponibilizada, essa informação se torna ainda mais útil quando pode ser encontrada junto dos demais dados daquele indivíduo.

    A integração permite criar esse fluxo.

    Menos repetição de processos, mais centralização e mais facilidade para transformar as informações produzidas diariamente em ferramentas para a gestão.

    O que muda para o produtor?

    Com a integração habilitada, o produtor passa a contar com benefícios como:

    • redução de lançamentos e comunicações manuais;
    • menor necessidade de reunir informações em diferentes relatórios;
    • integração de eventos zootécnicos registrados na CowMed com a APCBRH;
    • acesso mais centralizado aos resultados individuais de qualidade do leite;
    • organização das informações do animal em um mesmo ambiente;
    • redução de retrabalho na gestão de dados;
    • maior conexão entre fazenda, tecnologia e Associação;
    • avanço na digitalização das informações da propriedade.

    É uma iniciativa que aproxima duas estruturas que já fazem parte da rotina de muitas propriedades e coloca a tecnologia a serviço de um objetivo simples: facilitar a vida de quem produz leite.

    Perguntas frequentes sobre a integração CowMed + APCBRH

    Como faço para habilitar a integração?

    A solicitação e a gestão da habilitação são realizadas pela APCBRH. O produtor interessado deve entrar em contato diretamente com a Associação ou consultar as opções de integração disponibilizadas em seu sistema.

    A CowMed consegue liberar ou acelerar a integração de uma propriedade?

    Não. A autorização, priorização e gestão das propriedades participantes são realizadas pela APCBRH.

    Quais informações da CowMed podem chegar à APCBRH?

    Entre os dados estão eventos zootécnicos, como inseminações, coberturas, partos, secagens, descartes e novos animais, além de informações relacionadas à produção e ao controle leiteiro.

    Quais informações da APCBRH chegam à CowMed?

    Resultados individuais relacionados à qualidade do leite provenientes do Controle Leiteiro Oficial podem ser enviados para o sistema CowMed.

    Isso significa que o produtor não precisará mais realizar nenhuma comunicação à Associação?

    A integração reduz significativamente a necessidade de duplicar informações que já foram registradas digitalmente. No entanto, determinados procedimentos específicos da Associação, como exigências relacionadas a registros oficiais, documentos ou imagens de animais, podem continuar seguindo regras próprias da APCBRH.

    Por isso, o produtor deve sempre consultar as orientações atualizadas da Associação.

    A integração é automática para todos os clientes CowMed?

    Não. A propriedade precisa autorizar e habilitar a integração junto à APCBRH.

  • Santa Clara e Cowmed: Integração entre Tradição Cooperativista e Tecnologia Aplicada

    Santa Clara e Cowmed: Integração entre Tradição Cooperativista e Tecnologia Aplicada

    Desde 2025, a Cowmed estabelece uma parceria com a Cooperativa Santa Clara, a cooperativa de laticínios mais antiga em atividade no Brasil. Essa união representa mais do que uma colaboração institucional, é a convergência entre uma história construída ao longo de mais de um século e uma tecnologia voltada para o futuro da pecuária leiteira.

    A Cooperativa Santa Clara é reconhecida por sua capacidade de evoluir continuamente, sem abrir mão dos princípios cooperativistas que sustentam sua atuação. Ao trabalhar com a Cowmed, a cooperativa reforça seu compromisso com a inovação aplicada ao campo, levando inteligência artificial e monitoramento para dentro das propriedades de seus associados.

    Sobre a Cooperativa Santa Clara

    Fundada em 1911, no interior do Rio Grande do Sul, a Cooperativa Santa Clara surgiu a partir da iniciativa de pequenos produtores que buscavam agregar valor à produção de manteiga e queijo. Ao longo das décadas, a cooperativa expandiu suas operações, modernizou seus processos e consolidou sua presença no mercado lácteo brasileiro.

    Hoje, a Santa Clara representa uma estrutura produtiva sólida e altamente organizada:

    • Cerca de 5 mil famílias associadas
    • Aproximadamente 2.500 produtores de leite ativos
    • Atuação em mais de 160 municípios
    • Industrialização média de 1 milhão de litros de leite por dia, recorde conquistado em 2024
    • Estrutura industrial moderna e em constante expansão

    Uma história marcada pela inovação

    Ao longo de sua trajetória, a Cooperativa Santa Clara se posicionou como uma cooperativa pioneira em diversas frentes dentro da pecuária leiteira e da indústria de alimentos. Com um histórico que evidencia a inovação como elemento estruturante de sua identidade.

    Entre os principais marcos, destacam-se:

    • 1954 — Inseminação artificial no RS – Primeira cooperativa a implementar a técnica no estado, elevando o padrão genético dos rebanhos e aumentando a produtividade dos associados.
    • Remuneração por qualidade da matéria-prima – Modelo pioneiro de valorização dos produtores com base na qualidade do leite entregue, incentivando melhores práticas de manejo e produção.
    • Liderança em tecnologia probiótica – Desenvolvimento do primeiro queijo no Brasil com micro-organismos probióticos, reforçando a atuação inovadora também na indústria.
    • Investimentos industriais contínuos – Expansão da capacidade produtiva e modernização das unidades, incluindo plantas com alta capacidade de processamento de leite UHT.

    Objetivos da parceria com a Cowmed

    A parceria entre Cowmed e Cooperativa Santa Clara nasce com dois direcionamentos estratégicos claros, voltados para o fortalecimento da cadeia produtiva:

    • 1. Aumentar a captação de leite: ampliar o volume de produção a partir de ganhos reais de eficiência dentro das propriedades.
    • 2. Elevar a eficiência dos produtores: promover uma pecuária mais técnica, orientada por dados e com maior previsibilidade de resultados.

    Como a tecnologia Cowmed atua no campo

    A Cowmed leva para as propriedades um sistema de monitoramento contínuo dos animais, operando 24 horas por dia e gerando dados precisos sobre o comportamento e o estado de saúde do rebanho.

    Na prática, isso permite:

    • Identificação precoce de problemas de saúde
    • Detecção mais eficiente de cio
    • Melhoria nas taxas de prenhez
    • Redução da mortalidade e descarte involuntário
    • Aumento da longevidade produtiva das vacas

     

    Trata-se de um ciclo que aumenta o conforto dos animais, gerando vacas mais saudáveis, com melhor desempenho reprodutivo e consequentemente, maior a produção de leite de qualidade.

    A integração entre tecnologia e manejo gera benefícios que se estendem por toda a cadeia:

    Para o produtor:

    • Maior produtividade por animal
    • Redução de custos operacionais
    • Melhor tomada de decisão
    • Mais segurança no manejo

    Para a cooperativa:

    • Aumento da captação de leite
    • Padronização da qualidade da matéria-prima
    • Maior eficiência logística e industrial

    Para o consumidor:

    • Produtos mais seguros
    • Garantia de qualidade
    • Cadeia produtiva mais transparente

    Isso se torna mais estável, previsível e rentável para o produtor.

  • Individualização em escala: O uso da IA é o futuro da pecuária de precisão

    Individualização em escala: O uso da IA é o futuro da pecuária de precisão

    A tecnologia no campo evoluiu e cada vez mais, o diferencial da pecuária moderna não está apenas na coleta de dados, mas na capacidade de interpretá-los com inteligência. Em artigo publicado recentemente, o CEO e cofundador da Cowmed, Thiago Martins, aborda como as redes neurais multicamadas vêm redefinindo o monitoramento animal e ampliando a eficiência da pecuária leiteira brasileira.

    Segundo dados citados no artigo, divulgados pelo levantamento Top 100 da MilkPoint/ABRALEITE, a produção média diária por animal no Brasil chegou a 36,31 litros em 2026, um crescimento de aproximadamente 5% em relação ao levantamento anterior, quando a média era de 33,3 litros por vaca. Esse avanço não é fruto do acaso e para Thiago, a melhora está diretamente ligada à combinação entre genética, nutrição, manejo e principalmente, tecnologia aplicada ao bem-estar animal.

    O desafio da individualidade animal

    No texto, o CEO explica que um dos maiores desafios da pecuária de precisão é compreender que cada animal possui padrões biológicos e comportamentais únicos. “Se você tem uma fazenda com 100 vacas e quer resolver o problema de detecção de cio, você não tem um único problema, mas sim 100”, destaca o artigo.

    Essa lógica rompe com a ideia de que um sistema linear, com parâmetros fixos aplicados para todo rebanho serão eficazes para detectar cio ou problemas de saúde nos animais, pois cada vaca responde de maneira diferente. Enquanto alguns animais apresentam alterações sutis, outros possuem variações naturais muito maiores, o que pode gerar falhas de detecção ou falsos positivos.

    “Até 2019 ou 2020, os sistemas disponíveis no mercado trabalhavam predominantemente com modelos lineares. Neles, as variáveis de entrada geram uma resposta estática para todo o rebanho. Por exemplo: o sistema determinava que, para detectar o cio, a ruminação deveria cair 10% e a atividade subir 10% para todos os animais. O problema é que, para uma vaca específica, a variação real pode ser de 5%, e o modelo não a detecta; para outra, a variação natural diária pode ser de 20%, gerando constantes falsos positivos” relata Thiago.  

    Ou seja, na prática modelos lineares não são suficientes para a pecuária de precisão.

    A importância da inteligência artificial aplicada ao campo

    É nesse contexto que entram as redes neurais multicamadas: modelos de inteligência artificial inspirados no funcionamento do cérebro humano, capazes de aprender continuamente com os dados gerados pelos animais. 

    A partir das informações captadas pelos sensores, como:

    • Ruminação
    • Atividade
    • Ofegação
    • Ócio

    Os modelos conseguem identificar padrões individuais, detectar desvios e recomendar ações voltadas à reprodução, sanidade, nutrição e bem-estar do rebanho.

    Segundo Thiago Martins, o verdadeiro potencial da inteligência artificial na pecuária está justamente na capacidade de realizar uma “individualização em escala”, ajustando automaticamente os modelos conforme o comportamento dos animais muda ao longo do tempo.

    O sistema de monitoramento da Cowmed é um exemplo claro de como a individualização em escala funciona na prática. Cada animal utiliza um colar inteligente capaz de captar dados comportamentais e fisiológicos em tempo real. Essas informações são enviadas para a VIC, a inteligência artificial da Cowmed, que analisa continuamente os padrões individuais de cada vaca.

    A partir dessa análise, o produtor recebe alertas e recomendações sobre possíveis alterações relacionadas à reprodução, sanidade, nutrição e bem-estar animal. Além disso, a plataforma permite o registro de informações importantes da rotina do rebanho, como horários de ordenha, inseminação, tratamentos e demais manejos realizados na fazenda.

    Todos os dados ficam disponíveis na plataforma da Cowmed 24 horas por dia, permitindo um acompanhamento contínuo e mais preciso de cada animal. Esse modelo de monitoramento contribui para decisões mais assertivas no manejo, melhora o cuidado com o rebanho e favorece ganhos em produtividade e eficiência na produção de leite.

    Cowmed em ação 

    A visão apresentada no artigo reforça um dos pilares da Cowmed: transformar dados em decisões mais precisas para o produtor. Mais do que monitorar indicadores, a inteligência artificial permite compreender o contexto biológico de cada animal, tornando o manejo mais assertivo e eficiente.

    O CEO, Thiago, afirma: “A inteligência artificial é essencial porque permite modelar exclusivamente o comportamento de cada indivíduo em sistemas biológicos complexos.” Combinando sensores, ciência de dados e redes neurais, a Cowmed segue avançando no desenvolvimento de tecnologias capazes de antecipar eventos e elevar os padrões de produtividade na pecuária leiteira.

    Acesse o link abaixo e leia o artigo completo!

    Leia mais: Individualização em escala: O uso da IA é o futuro da pecuária de precisão

  • Parceria entre Cowmed e Frísia: pecuária de precisão em larga escala

    Parceria entre Cowmed e Frísia: pecuária de precisão em larga escala

    A transformação digital no agronegócio já é uma realidade, na pecuária leiteira ela ocorre por meio da integração entre tecnologia e gestão técnica. Nesse contexto, a parceria entre a Cowmed e a Cooperativa Frísia representa um marco na evolução da pecuária de precisão no Brasil.

    Firmada em agosto de 2025, a colaboração deu origem ao Projeto Monitore, uma iniciativa estruturada para implementar monitoramento inteligente em larga escala, promovendo ganhos consistentes em produtividade, sanidade e eficiência operacional.

    O Projeto Monitore já acompanha 23,5 mil vacas leiteiras distribuídas em 109 propriedades no Paraná, consolidando uma das maiores operações de monitoramento individual de rebanhos da América Latina. Esse volume representa mais de 50% dos produtores de leite da Frísia e aproximadamente 68% do volume diário destinado à indústria. A escala do projeto permite não apenas ganhos individuais nas propriedades, mas também a padronização técnica e a elevação do nível produtivo de toda a cooperativa.

    Evento de lançamento

    Foi realizado o evento de lançamento do Projeto no dia 14 de agosto de 2025, na sede da Frísia, em Carambeí (PR). O lançamento reuniu cooperados, técnicos e especialistas para apresentar como o uso dos colares com inteligência artificial podem transformar a gestão dentro das fazendas.

    A palestra contou com a presença de grandes pesquisadores da área como

    JOÃO COSTA

    Vindo dos Estados Unidos, professor da University of Vermont, referência em bem-estar animal, comportamento bovino e sistemas de produção sustentável.

    “Essa integração de dados em nível populacional é inédita, principalmente no Brasil. Estamos falando de monitorar milhares de animais dentro de uma mesma região, com diferentes manejos, permitindo decisões técnicas e estratégicas ao longo do tempo”, explicou.

    RONALDO CERRI

    Professor da University of British Columbia, destaque mundial em reprodução e fisiologia de vacas leiteiras, com foco em eficiência reprodutiva.


    Além disso, o Co-fundador da Cowmed, Leonardo Guedes apresentou nossos serviços aos cooperados presentes no evento, “Nosso compromisso é trazer mais dados, mais inteligência para a tomada de decisão e contribuir no dia a dia das fazendas para que o produtor entenda cada vez mais suas vacas, produza mais leite e aumente sua rentabilidade”, comentou.

    Acesse o vídeo do evento de lançamento da parceria, através do link abaixo:

    https://youtu.be/1ca6uPBhSmA

    Como funciona a tecnologia da Cowmed na prática?

    A solução da Cowmed combina monitoramento contínuo com inteligência artificial, permitindo o acompanhamento individualizado de cada animal do rebanho. Cada vaca é equipada com um colar inteligente, responsável por captar dados comportamentais e fisiológicos em tempo real, incluindo:

    • Ruminação;
    • Atividade;
    • Ócio;
    • Ofegação.

    Os dados captados são enviados automaticamente para a plataforma digital da Cowmed, onde a VIC (Virtual Interpreter of Cows) realiza a análise em tempo real. A partir disso, são gerados indicadores estratégicos relacionados à saúde animal, eficiência reprodutiva, desempenho nutricional e conforto térmico.

    O fluxo operacional funciona da seguinte forma:

    1. Os dados são captados continuamente pelos colares inteligentes.
    2. A inteligência artificial analisa os padrões comportamentais em tempo real.
    3. Alertas e insights são gerados automaticamente.
    4. O produtor recebe as informações em segundos por meio do aplicativo ou plataforma web.
    5. A intervenção ocorre de forma antecipada, permitindo decisões mais rápidas e assertivas.
      Esse modelo permite identificar anomalias antes que evoluam para problemas críticos, reduzindo perdas produtivas, custos operacionais e impactos negativos no bem-estar animal, além de promover maior eficiência na gestão da fazenda.

    Integração com o cooperativismo

    A implementação do Projeto Monitore foi construída em conjunto com o Comitê Pecuário da Frísia, garantindo alinhamento entre tecnologia e realidade produtiva.

    Esse processo colaborativo é fundamental para:

    • Adaptar a tecnologia às diferentes realidades das propriedades
    • Garantir adesão dos produtores
    • Maximizar os resultados em escala
      Além disso, o modelo adotado democratiza o acesso à inovação, permitindo que produtores de diferentes portes tenham acesso ao mesmo nível de tecnologia e inteligência.

    Benefícios diretos da parceria Cowmed + Frísia

    A integração entre tecnologia e cooperativismo gera impactos concretos em toda a cadeia produtiva:

    Para o produtor:

    • Maior controle sobre o rebanho
    • Redução de perdas sanitárias
    • Otimização da reprodução
    • Melhor gestão alimentar

    Para a cooperativa:

    • Padronização produtiva
    • Aumento da eficiência operacional
    • Maior previsibilidade de produção
    • Monitoramento do bem-estar animal

    Para a cadeia do leite:

    • Maior sustentabilidade produtiva
    • Uso mais eficiente de recursos
    • Melhoria no bem-estar animal

    A grande mudança proporcionada pela tecnologia está na velocidade e na precisão das decisões, por isso, entre em contato com nossa equipe e descubra como levar a pecuária de precisão para a sua propriedade!

  • Parceria Cowmed e UCCA: tecnologia e cooperativismo conectando Brasil e México

    Parceria Cowmed e UCCA: tecnologia e cooperativismo conectando Brasil e México

    A Cowmed inicia um novo ciclo de expansão internacional ao estabelecer parceria com a UCCA (Unión de Cooperativas de Consumo Alteñas, S.C. de R.L.), uma das principais organizações do cooperativismo agropecuário no México, localizada no município de Valle de Guadalupe. Reconhecida por sua atuação estratégica, a UCCA opera como uma cooperativa de serviços que distribui insumos, opera um departamento técnico especializado e apoia diretamente as cooperativas pecuaristas da região com soluções técnicas e profissionais voltadas à eficiência e à rentabilidade dos produtores.

    Referência no México

    Fundada em 1995, a UCCA surgiu com o objetivo de enfrentar os desafios vividos pelos produtores da época, especialmente os altos custos de insumos voltados à alimentação animal. Ao longo dos anos, consolidou-se como referência regional no cooperativismo agropecuário, reunindo atualmente 17 cooperativas na região de Los Altos, representando 2.650 produtores e um rebanho aproximado de 150 mil vacas, responsáveis por uma produção estimada de 3 milhões de litros de leite por dia.

    O papel da Cowmed no monitoramento inteligente

    A filosofia de atuação da UCCA está baseada em satisfazer as necessidades técnicas e profissionais de suas cooperativas associadas, garantindo qualidade e melhores condições comerciais aos produtores. É nesse contexto que a parceria com a Cowmed se estabelece de forma estratégica.

    Desde 2010, a Cowmed desenvolve tecnologia 100% nacional especializada no monitoramento inteligente de rebanhos leiteiros, integrando inteligência artificial e conhecimento técnico para transformar dados em decisões e resultados reais no campo.

    Por meio de coleiras inteligentes, a Cowmed monitora variáveis comportamentais como atividade, ruminação, ócio e ofegação, com envio contínuo de dados para a nuvem e processamento por inteligência artificial, gerando alertas em tempo real sobre saúde, reprodução, nutrição e conforto térmico. Essa tecnologia permite ao produtor antecipar problemas, reduzir perdas e aumentar a eficiência da operação com base em dados confiáveis — com suporte técnico especializado em cada etapa.

    Benefícios da parceria para produtores e cooperativas

    A parceria entre Cowmed e UCCA amplia o acesso a soluções de monitoramento inteligente no campo. Com essa integração, os produtores vinculados às cooperativas passam a contar com condições facilitadas para adoção da tecnologia e maior proximidade no suporte técnico.

    Entre os principais benefícios estão:

    • Monitoramento do rebanho 24 horas por dia
    • Identificação precisa de cio e eventos reprodutivos
    • Alertas antecipados de saúde, nutrição e conforto térmico
    • Redução de perdas produtivas

    Expansão internacional com tecnologia brasileira

    Além da complementaridade técnica, a união entre Cowmed e UCCA é sustentada por valores compartilhados: confiança, cooperativismo e compromisso com resultados. Essa convergência fortalece a entrega de valor ao produtor, que passa a contar com uma solução completa — estrutura cooperativista consolidada e tecnologia nacional aplicada ao campo.

    A parceria marca um passo importante na expansão internacional da Cowmed, levando sua tecnologia para novos mercados e consolidando sua atuação como referência em monitoramento inteligente de rebanhos leiteiros.

  • Novas atualizações de fevereiro de 2026, já disponíveis na plataforma

    Novas atualizações de fevereiro de 2026, já disponíveis na plataforma

    Na Cowmed, manter o sistema sempre atualizado é fundamental para ampliar as funcionalidades disponíveis aos nossos clientes. Por isso, novas melhorias são implementadas mensalmente na plataforma. Em fevereiro, atualizações estratégicas foram incorporadas a diferentes módulos do sistema, aprimorando ainda mais a experiência de uso e a gestão do rebanho.

    Mais precisão no acompanhamento da saúde do rebanho

    No módulo de saúde, a plataforma passa a contar com uma nova identificação dos status clínicos, classificados como Leve, Moderado e Grave. A atualização permite uma visualização mais clara da evolução dos casos e contribui para decisões mais rápidas no manejo.

    Outra novidade é o identificador de casos recidivos, acompanhado de um resumo dos casos recentes diretamente no registro de saúde do animal. O recurso facilita o acompanhamento histórico e ajuda a identificar padrões de recorrência.

    Também foi implementada uma nova funcionalidade de análises de protocolos, que permite comparar os resultados de até cinco modelos de protocolo simultaneamente. Além disso, a lista de agentes causadores de mastite foi atualizada para tornar os registros mais completos.

    Gestão reprodutiva

    No módulo de reprodução, a plataforma agora permite o registro múltiplo de avaliações reprodutivas em vacas vazias, possibilitando um acompanhamento mais detalhado das condições reprodutivas do rebanho.

    As análises de concepção também receberam melhorias nos filtros, facilitando a interpretação dos resultados. Outra novidade é o recurso que permite lançar animais em um protocolo reprodutivo a partir de outro protocolo já realizado, tornando o fluxo de trabalho mais integrado.

    Monitoramento

    As atualizações no módulo de monitoramento trazem novas possibilidades para o manejo das áreas da fazenda. Agora é possível ignorar uma antena na análise de localização, evitando que a posição dos animais seja considerada em zonas neutras de manejo.

    Além disso, a plataforma passa a contar com uma nova seção de gestão de antenas com visão georreferenciada, permitindo visualizar a distribuição dos equipamentos no mapa através das coordenadas exatas.

    Integrações mais robustas

    O sistema também recebeu melhorias importantes na integração com outros softwares de gestão. Foi criada uma nova tela de resultados das importações que facilita a revisão dos dados e também destaca informações não reconhecidas.

    Melhor experiência de uso

    A atualização também inclui melhorias voltadas à experiência do usuário. Entre elas estão ajustes nas escalas dos gráficos de nutrição e lote, que tornam a visualização das informações mais clara.

    Outras melhorias incluem a possibilidade de trocar coleiras diretamente pela lista de animais, ajustes no modal de novidades e no idioma da plataforma, além de orientações mais claras no registro de aborto, diferenciando corretamente os casos de aborto e natimorto nos formulários.