Como reduzir as perdas econômicas causadas por enfermidades?

Ocorrências de enfermidades causam importantes perdas econômicas, pois comprometem a eficiência produtiva da atividade, além dos altos custos com tratamentos.

Atualmente a atividade leiteira vem adotando medidas para intensificar a produção, para isso, a redução nos custos de produção e o aumento da produtividade são fundamentais. Ocorrências de enfermidades causam importantes perdas econômicas, pois comprometem a eficiência produtiva da atividade, além dos altos custos com tratamentos.

Dentre as doenças, a mastite é a de maior impacto econômico na bovinocultura de leite, pois provoca redução na produção, descarte de leite, gastos com medicamento, descarte de animais, além de alterações na composição do leite identificadas, especialmente, pelos lacticínios. A mastite se manifesta de duas formas, na mastite clínica é possível observar sinais de grumos e pus no leite, febre, edema, dor na glândula mamaria, diminuição na produção de leite e, em casos mais graves, a morte do animal. Na mastite subclínica não observamos sinais evidentes e por isso é comum esta doença passar despercebida.  Mesmo sem apresentar sintomas, a mastite subclínica representa em torno de 70 a 80% das perdas associadas a redução da produção. Dados coletados no banco de dados da CowMed mostram que 15% dos animais identificados com alteração de saúde são diagnosticados com mastite subclínica.

Outra doença de grande impacto econômico é a retenção de placenta que, devido a sua ocorrência ser no início da lactação, algumas vacas não alcançam os níveis de produção de leite esperados.  Levando em conta o leite descartado pelo uso de antibióticos, mais o que a vaca deixou de produzir pela enfermidade, diminui-se, em média, 250 litros do potencial produtivo da vaca. A retenção de placenta representa um fator de risco para complicações posteriores como a metrite, onde as perdas econômicas incluem o leite descartado pelo tratamento, aumento de 7% nas taxas de descarte, redução da vida útil da vaca em 6 a 8 meses e aumento do intervalo parto-concepção.


Mas é possível identificar essas enfermidades com antecedência e reduzir os custos com tratamento? 

SIM, a CowMed, através do seu sistema de monitoramento, consegue detectar alterações comportamentais de 1 a 3 dias antes do animal apresentar sinais clínicos. Com isso o produtor consegue diagnosticar e tratar a doença logo no início, reduzindo o tempo de tratamento, tendo uma recuperação mais rápida do animal e desse modo gerando um impacto positivo na rentabilidade da fazenda.